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Suporte Técnico em Processo Trabalhista | ENGCOR São Paulo
Para empresas · Insalubridade e Periculosidade

Suporte Técnico em
Processo Trabalhista

Para empresas reclamadas em São Paulo e Grande São Paulo

Sua empresa recebeu uma ação trabalhista com pedido de adicional de insalubridade ou periculosidade. A defesa jurídica sozinha não é suficiente — você precisa de suporte técnico especializado de um Engenheiro de Segurança do Trabalho para contestar as condições do ambiente e proteger a empresa do passivo.

  • Análise técnica das condições do ambiente de trabalho
  • Suporte em todas as fases — do recebimento da ação ao laudo
  • Elaboração de quesitos técnicos precisos conforme NR-15 e NR-16
  • Acompanhamento da vistoria pericial pelo Engenheiro de Segurança
  • Impugnação do laudo quando há erros técnicos ou metodológicos

Por que o suporte técnico é essencial

Processos de insalubridade e periculosidade são julgados com base em laudo pericial técnico. Sem um Engenheiro de Segurança ao lado, a empresa enfrenta a perícia sem suporte especializado.

NR-15
Norma que define insalubridade — metodologia, limites e enquadramento
NR-16
Norma que define periculosidade — agentes, habitualidade e percentual
Anderson Assis ENGCOR

Anderson Assis

Eng. de Segurança do Trabalho
CREA-SP 5069776247-SP

Por que a empresa precisa de suporte técnico — não apenas jurídico

Quando um processo trabalhista envolve pedido de adicional de insalubridade ou periculosidade, o juiz não decide com base apenas nos argumentos jurídicos das partes — ele decide com base no laudo do perito técnico. O perito é quem avalia as condições do ambiente de trabalho e conclui se há ou não o direito ao adicional.

A defesa jurídica sozinha não é capaz de contestar as conclusões técnicas do perito. Para isso, a empresa precisa de um Engenheiro de Segurança do Trabalho atuando como assistente técnico — que conhece as Normas Regulamentadoras, domina as metodologias de avaliação dos agentes nocivos e sabe como apresentar a documentação SST da empresa de forma tecnicamente eficaz.

Sem esse suporte, o laudo do perito é aceito sem contestação técnica. Com ele, é possível questionar a metodologia, apresentar documentação que contradiz as conclusões e reduzir ou eliminar o passivo trabalhista de forma fundamentada.

Empresa sem suporte técnico na perícia

O perito vistoria o ambiente sem ser questionado tecnicamente. Condições favoráveis à empresa não são apresentadas. Documentação existente não é explorada. O laudo é elaborado com base em uma visão parcial — e frequentemente conclui pelo adicional sem resistência técnica.

Situações mais comuns nas empresas

Ação com pedido de adicional de ruído

Empresa com trabalhadores expostos a ruído questiona se o nível medido supera 85 dB(A) e se o protetor auricular fornecido tem CA e NRRsf comprovado.

NR-15 Anexo I · NHO-01

Ação com pedido de adicional de periculosidade

Empresa com funcionários que manuseiam inflamáveis ou trabalham em instalações elétricas questiona se há habitualidade e permanência na exposição.

NR-16 · Súmula 364 TST

Laudo desfavorável recebido com prazo para impugnar

O perito concluiu pelo adicional — mas a empresa entende que há erros metodológicos ou que a documentação SST contradiz as conclusões.

Impugnação · Prazo: ~15 dias

Empresa sem PGR, LTCAT ou documentação atualizada

Empresa notificada que não possui documentação SST completa — situação que fragiliza a defesa, mas que pode ser trabalhada tecnicamente com o suporte da ENGCOR.

Regularização em paralelo

Como a ENGCOR atua no processo trabalhista da empresa

O suporte técnico pode ser contratado para qualquer fase — mas quanto antes a ENGCOR for envolvida, mais eficaz é a defesa.

1

Análise técnica inicial do processo

Ao receber a notificação da ação, a ENGCOR analisa as peças do processo, identifica o agente em discussão, avalia a documentação SST existente (PGR, LTCAT, laudos de EPI) e define a estratégia técnica de defesa antes que o perito seja nomeado.

→ Assistência Técnica Pericial
2

Elaboração dos quesitos técnicos

Formulação das perguntas técnicas que o perito é obrigado a responder no laudo. Os quesitos são elaborados com base nas Normas Regulamentadoras aplicáveis — questionando metodologia, instrumento, limite de tolerância, EPI e enquadramento normativo.

→ Quesitos Técnicos
3

Acompanhamento da vistoria pericial

Presença do Engenheiro de Segurança na vistoria ao ambiente de trabalho realizada pelo perito judicial. Apresentação da documentação técnica, verificação da metodologia e registro das condições favoráveis à empresa para uso no parecer e eventual impugnação.

→ Acompanhamento de Perícia
4

Parecer técnico pericial

Elaboração do parecer técnico do assistente com análise das condições do ambiente, fundamentação nas NRs e conclusão técnica para juntada nos autos — contrapondo tecnicamente as conclusões que divergem da realidade das condições de trabalho da empresa.

→ Parecer Técnico Pericial
5

Impugnação do laudo pericial

Quando o laudo do perito contém erros técnicos, metodologia inadequada, enquadramento normativo equivocado ou ignora a documentação SST existente — a ENGCOR elabora a impugnação técnica fundamentada para juntada pelo advogado dentro do prazo processual.

→ Impugnação de Laudo

Documentos que fazem diferença na defesa pericial da empresa

A empresa com documentação SST organizada tem argumentos técnicos concretos. A ENGCOR sabe como apresentar cada documento para o perito no momento certo.

PGR atualizado

Inventário de riscos com avaliação técnica por função. Base documental para afastar o enquadramento quando o agente não supera os limites da NR-15.

Ver PGR →

LTCAT vigente

Avaliações quantitativas dos agentes no ambiente de trabalho. Contradiz conclusões do perito quando os resultados estão abaixo dos limites de tolerância.

Ver LTCAT →

Laudos de EPI com CA

Comprovação técnica de que o EPI fornecido possui CA válido e eficácia demonstrada para neutralizar a exposição — conforme Súmula 289 do TST.

Solicitar análise →

Fichas de entrega de EPI

Registros assinados comprovando que o EPI foi fornecido, que houve treinamento e que existe controle de uso — requisitos da Súmula 289 TST.

Fale com o especialista →

Laudos de medição anteriores

Audiometria ambiental, IBUTG, medições de agentes químicos anteriores — dados que o perito deve considerar e que podem contradizer suas conclusões.

Fale com o especialista →

Registros de ponto e função

Para processos de periculosidade, comprovam que a exposição não era habitual e permanente — abrindo caminho para a proporcionalidade da Súmula 364 TST.

Fale com o especialista →

Empresa com processo trabalhista × empresa que preveniu

O suporte técnico é mais eficaz quando a documentação SST está em ordem antes do processo começar. Mas a ENGCOR atua nas duas situações.

Empresa com processo em andamento

Situação atual: o processo já existe e precisa de defesa técnica. A ENGCOR atua para minimizar o passivo.

  • Análise técnica da situação do processo
  • Elaboração de quesitos para contestar o perito
  • Acompanhamento da vistoria para apresentar documentação
  • Impugnação do laudo quando há erros técnicos
  • Defesa mais eficaz quando há documentação SST disponível

Empresa que preveniu com documentação SST

Situação ideal: PGR, LTCAT e controles de EPI atualizados antes de qualquer processo. A defesa pericial é muito mais sólida.

  • PGR com inventário de riscos atualizado por função
  • LTCAT com medições quantitativas dos agentes
  • Laudos de EPI com CA válido e NRRsf comprovado
  • Fichas de entrega assinadas com controle de uso
  • Empresa em conformidade com NR-1, NR-6, NR-15 e NR-16

A ENGCOR regulariza e defende — em paralelo

Quando a empresa está em processo trabalhista e ainda não tem PGR e LTCAT, a ENGCOR pode atuar simultaneamente: suporte técnico no processo pericial em andamento e elaboração dos documentos de regularização para proteger a empresa em processos futuros. Os dois serviços são complementares e podem ser conduzidos em paralelo.

Anderson Assis – Engenheiro de Segurança do Trabalho, suporte técnico em processos trabalhistas pela ENGCOR
Responsável Técnico

Anderson Assis

Engenheiro Civil e Engenheiro de Segurança do Trabalho

Responsável técnico da ENGCOR, Anderson Assis presta suporte técnico especializado a empresas em processos trabalhistas de insalubridade e periculosidade em São Paulo e Grande São Paulo — atuando em todas as fases do processo pericial com domínio das Normas Regulamentadoras e das metodologias de avaliação de agentes nocivos.

Atende diretamente empresas reclamadas, profissionais de RH e os escritórios de advocacia trabalhista que as representam. A atuação combina análise técnica do ambiente de trabalho com conhecimento prático das NRs para contestar laudos e sustentar argumentos técnicos com respaldo normativo.

CREA-SP 5069776247-SP

Perguntas sobre suporte técnico em processo trabalhista

Assim que a empresa receber a notificação do processo com pedido de adicional de insalubridade ou periculosidade. Quanto antes o Engenheiro de Segurança for envolvido, mais completa é a atuação — da análise técnica prévia à elaboração de quesitos, acompanhamento da vistoria e eventual impugnação do laudo.

Não. O suporte técnico complementa o trabalho do advogado. O advogado conduz a defesa jurídica; o Engenheiro de Segurança fornece o embasamento técnico sobre as condições do ambiente, as Normas Regulamentadoras aplicáveis e a validade das conclusões periciais. Os dois trabalham juntos — cada um na sua área de competência.

Sim. A ENGCOR presta suporte técnico mesmo quando a empresa não possui documentação SST completa. A falta de PGR e LTCAT fragiliza a defesa, mas não impede a atuação. Em paralelo, a ENGCOR pode elaborar esses documentos para regularizar a situação e prevenir novos passivos futuros.

Sim. A ENGCOR pode ser contratada apenas para a elaboração dos quesitos, apenas o acompanhamento da vistoria, apenas o parecer técnico ou apenas a impugnação do laudo. O suporte completo é mais eficaz, mas cada serviço também pode ser contratado de forma isolada conforme a necessidade e o momento do processo.

Contestando tecnicamente o enquadramento nos Anexos da NR-15 ou NR-16 quando equivocado; demonstrando a eficácia do EPI fornecido conforme a Súmula 289 TST; questionando a habitualidade da exposição conforme a Súmula 364 TST; e apresentando documentação SST que contradiz as conclusões do perito. Cada um desses pontos pode reduzir ou eliminar o adicional no processo.

O foco principal é a assistência técnica pericial em insalubridade (NR-15) e periculosidade (NR-16), que são as demandas que envolvem perícia técnica de Engenheiro de Segurança. Outras questões técnicas relacionadas ao ambiente de trabalho podem ser analisadas caso a caso.

Sua empresa recebeu uma ação trabalhista com pedido de adicional?

Fale agora com o Engenheiro Anderson Assis. A ENGCOR analisa a situação técnica e define como atuar na defesa pericial da sua empresa em São Paulo e Grande São Paulo.

Atendimento de segunda a sexta, das 08h às 18h — (11) 96598-6770